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ARTIGOS
Salomão
Salomão: entre a sabedoria e a insensatez
Pr. Eli Fernandes
23.01.2009

Queridos irmãos: Antes de tudo, quero saudá-los. Passo agora a falar um pouco a respeito da excelente Assembleia da Convenção Batista Brasileira, em Brasília, concluída nessa última terça-feira. Dentre os membros da LIBER, lá estavam Donaldo e Selma Guedes (Donaldo foi brilhante na regência da orquestra de músicos das igrejas batistas), Pr. Israel, Pr. Jessé e sua esposa Eliana, e Izoleile, líder da UFMBB de São Paulo.



Foi a Assembleia Convencional na qual pude dar mais de mim, pois fui muito requisitado, como Vice-Presidente, para presidir sessões deliberativas, poupando o Presidente, Pr. Oliveira de Araújo, zelando por sua saúde, após o transplante de pulmão a que se submeteu, e por quem todos oramos tanto. O Senhor ajudou-me na difícil condução das discussões parlamentares.



Agora quero fazer algumas considerações sobre o rei Salomão, estudado hoje na EBD. Li o texto escrito pelo Pr. Walmir, constante da segunda página deste Boletim. Dizer que ele foi feliz no que escreveu é redundante. O Pr. Walmir escreve muito bem. Salomão é um misto de sabedoria e insensatez. Conquanto seja um dos heróis do Velho Testamento, atropelou a Vontade de Deus, infringindo seus eternos princípios. Alguém que recebeu o nome de Salomão, que no hebraico significa "lugar do Senhor", que teve a oportunidade de ser rei de Israel tão cedo (com menos de 30 anos), de construir o esplendoroso Templo de Jerusalém, às vezes conhecido como o "Templo de Salomão", deveria ter sido mais cuidadoso em seus procedimentos.



Daquele que escolheu pedir a Deus sabedoria e foi atendido, esperar-se-ia, no mínimo, fidelidade a Ele. Atabalhoado, agiu como se não soubesse que "sabedoria" tem implicações eminentemente práticas e não teóricas! O sábio ouve a voz da Sabedoria absoluta "para que não caia". E, por ter-se feito obtuso, envaideceu-se com a fama de sábio e poderoso, que lhe subiu à cabeça. Escolheu o caminho da sensualidade, atitude dos riquíssimos déspotas orientais de então, convivendo com 700 mulheres-princesas e 300 amantes. E estas concubinas estrangeiras, por sua vez, tornaram-no irreconhecível, desviaram-no dos caminhos de Deus, a ponto de ele mandar construir templos pagãos para cultuar, com elas, a seus deuses.



Salomão, escritor de pelo menos três livros do Velho Testamento – Provérbios, Eclesiastes e Cantares –, o homem mais sábio daquela época, transformou-se num aloucado amante dos prazeres, e depois mergulhou no ceticismo e nos seus próprios sentimentos de desalento da vida, pregando que a vaidade é vã, não vale a pena: "vaidade de vaidades, tudo é vaidade" (Ec 1.2). Ainda bem que, numa espécie de "queda em si", conclui reverentemente o livro de Eclesiastes, afirmando finalmente: "Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é todo o dever do homem" (Ec 12.13).

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