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ARTIGOS
Família
Indissolubilidade, Permanência e Unidade
Pr. Eli Fernandes
10.07.2008

O amor humano por excelência é o amor que nasce entre o homem e a mulher, muito embora o sentimento “amor” ultrapasse, evidentemente, a dimensão do amor “eros”. Por isso ele se concentra no casal, mas não se limita a ele, porque o amor que Deus engenhou para a felicidade de um casal, transcende, em muito, a dimensão da satisfação física. Tem por objeto a união completa daqueles que encontram, um no outro, o seu complemento para toda a vida. É o amor que une os cônjuges, com a mesma dignidade e com os mesmos direitos de realização integral, mas com caracteristicas espirituais e morais além do aspecto material.



Esse amor humano, de difícil definição, está na natureza da vida. É sentimento, é instinto.

É tendência da alma, é produto da inteligência. É de Deus, porque é dEle o imperioso comando “crescei e multiplicai-vos”, que encontra sentido na busca de alguém com quem compartilhar os mistérios do viver harmônico, a dois, revestidos pelo amor.



O casamento tem de ser visto como a forma perfeita de igualdade que não exclui as desigualdades. Implica na convivência harmônica com as diferenças, presentes na natureza de ambos os cônjuges, que jamais poderão ser vistas como maldição mas, sim, como bênção. As diversidades de temperamento, de personalidade, de sexo, etc., hão de ser tidos como um privilégio para o amadurecimento e complementação, longe do “motivo para que se abra fogo”.



O casamento jamais poderá ser circunscrito a mero ato acidental: “se der certo, amém - se não, cada um que siga seu caminho”.



Foi Deus quem fez o homem e a mulher, pôs-lhes a necessidade um do outro, amor recíproco em progressão, nas vidas de ambos os cônjuges. Vida, digo, como um todo contínuo. Para toda a vida é a duração fundamental para se ser casal e família. Para toda a vida significa a constância do amor dos cônjuges entre si, que a fragilidade dos filhos reclama, que os ajuda a crescer e a repetir os ciclos saudáveis das diversas facetas do amor.



É fato divino e incontestável que o homem que ama reclama a união com a mulher amada, e vice-versa. Ora, se cremos que o casamento é para toda a vida, que a vida é um todo contínuo, e que a personalidade humana se desenvolve ao logo de toda essa vida, logo, a ordem moral exige dos cônjuges uma vida comum adulta, responsável, comprometida. Que seja contínua a unidade do casal, como a própria vida, e somente a morte os separe.



Nesta linha de raciocínio, subjazem indissolubilidade, permanência, unidade, monogamia, como regras gerais da vida a dois, como um todo contínuo para o amor humano por excelência – o amor entre o homem e a mulher. Amém.

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