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ARTIGOS
Família
Nossos Filhos Já Aprendem Antes De Nascer
Pr. Eli Fernandes de Oliveira
04.04.2005

Pesquisas recentes revelam que amorosas

comunicações verbais e não verbais da

mãe com o bebê em seu útero, desde o

início da gestação, desencadeiam

resultados comprovadamente positivos

sobre as crianças.

Em diversos países, onde crianças foram

trabalhadas durante toda a gestação,

acompanhadas por sérios profissionais

durante vários anos após o nascimento,

ficou comprovada a melhoria na

qualidade de suas vidas, em muitos

níveis. A OMS confirma os resultados

positivos desses trabalhos.

As mesmas pesquisas também nos dão

conta de que, após o nascimento, essas

crianças desenvolvem condições mais

adequadas à adaptação social e

estabilidade emocional. Várias delas

apresentam desenvolvimento intelectual

superior a média, são alfabetizadas com

mais facilidade e algumas chegam a

ingressar na primeira série aos 5 anos

de idade, terminando o ciclo básico

escolar com destaque.

A pesquisadora e neurogenética francesa

M.C. Busnel, da Universidade de Paris,

após 15 anos de estudos, chegou à

conclusão de que os bebês reconhecem a

voz da mãe, a partir do quinto mês de

gestação. Ela assevera ainda as

conversas cândidas dos pais com o bebê,

durante a gestação, produzem-lhe calma

e segurança.

Sabedoria de Deus: nossos filhos já

aprendem antes de nascer! E o mais

interessante: a comunicação com a

criança no ventre materno não é uma

coisa da atualidade. É verdade

histórica. Desde a antiguidade os

gregos já ensinavam às grávidas que

reverenciassem os monumentos erigidos

aos deuses, porque transmitiriam aos

nascituros qualidades morais, éticas e

espirituais advindas deles. Um aparte:

desconsiderando o caráter politeísta da

cultura grega antiga, a partir de

Jesus, as mudanças na Grécia são tão

radicais, que hoje os gregos são um

povo ortodoxo cristão.

Dos gregos para o Novo

Testamento: Quando Maria, grávida de

Jesus e, ainda no início da gestação,

foi visitar Isabel, grávida de João

Batista, encontrando-se ambas, ao ouvir

a saudação de Maria, a Bíblia nos dá

conta de que o menino, no ventre de sua

mãe Isabel, manifestou-se com forte

movimento de alegria. (Lucas 1.44)

Passados os séculos, chegamos

aos dias de hoje: as ciências médicas,

com seus recursos técnicos, confirmam

que os bebês são receptivos sim,, às

emoções da mãe.

Por isso mesmo, toda mulher,

durante a gravidez, deve aprender a se

comunicar, ternamente, com seu filho,

criando um elo de confiança e amor

entre ambos, contribuindo para o

desenvolvimento emocional, afetivo e

espiritual dele.

Pais cristãos, sabedores de que

as crianças têm de sentir-se amadas

desde a gestação, tudo farão para que o

sejam de fato e, no futuro, sejam

filhos amigos, amorosos, para

felicidade das famílias e bem da

sociedade. A igreja há de ser parceira

dos pais no desenvolvimento de uma

mentalidade responsável e sadia que

lhes proporcione mais sabedoria e traga

mais amor e felicidade aos seus filhos.



Sugestões Bibliográficas – “Psicologia

da Relação Educativa”, de Fernandes, E.

2001, Editora Asa; “Psicologia da

Criança”, vol 2, de Carmichael,

Leonard. EDUSP – Editora UNIVER de São

Paulo

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