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ARTIGOS
Vencendo a Depressão
Parte I
Pastor Eli Fernandes de Oliveira
16.03.2005

Freud descreveu a depressão como sendo “a suspensão do interesse pelo mundo exterior, a perda da capacidade de amar e a inibição por toda a atividade”. A palavra depressão vem do latim “depressio”, que quer dizer “afundamento”, “abatimento”. Dr. Marc Schwob, em seu livro “Como vencer a Depressão” diz que ela é, na sua própria essência, uma doença do humor. Este é um termo herdado da grande tradição médica de Hipócrates, mas que se reserva, hoje, unicamente ao domínio psicológico. “A depressão é o ponto mais baixo do humor”.



A origem dos estados depressivos está, entre outras coisas, na desordem do meio ambiente, na perda das tradições, com o rompimento dos laços familiares, na melancolia decorrente do afastamento das origens, na solidão e frustração com as pressões que abafam a oportunidade de ser, no desalento nos estados terminais, por exemplo, dos aidéticos.



É interessante, também, lembrar que a nossa recente sociedade industrial evidenciou um tipo particular de depressão que é o chamado “esgotamento profissional”.Atinge profissionais liberais, operários, empresários, etc., tomados de fadiga física, intelectual, com conseqüente queda de rendimento no trabalho, além do sofrimento pessoal e da família.



A depressão empurra o indivíduo para o ostracismo. Deprimido, o mundo já não tem mais valor. A vida perde o significado. É um mergulho em si mesmo “como que numa queda nos abismos da mente... queda sem fim, numa obscuridade progressiva”.



Há ainda a depressão resultante do sentimento de culpa. O homem considera-se sem valor, indigno de viver, e cai na melancolia e em outros tipos de tristeza, como o tédio e a nostalgia. Tudo é triste. Tudo p faz infeliz. A vida torna-se insuportável.Consciente do que lhe está acontecendo, o deprimido acrescenta à dor da depressão o desespero, o desinteresse e a desvalorização de si mesmo.



Quanto mais o homem deprimido se queixa, mais os que o rodeiam se enfadam, não dando a atenção que a dor moral exige. Cresce o grau de solidão. Pior: ”por detrás do deprimido”, afirma Schwob, “perfila a idéia de morte”. É a autodestruição, na procura do grande esquecimento. Que lástima!



Diretamente, ou através do sofrimento de um amigo ou parente, todos estamos cercados por esse problema. Como o homem pode ver-se livre dessa dor atroz, intolerável, que mina sua vontade de viver e destrói sua felicidade?



A terapia espiritual fundamentada nos ensinos bíblicos, aplicada ao depressivo, tem sido extraordinariamente eficaz. O segredo dessa terapia está na sua redescoberta. É antiga e, conquanto esquecida, eficiente. O salmista Davi, segundo rei de Israel, há milhares de anos, fez uso dessa terapia, conforme se lê nos Salmos 42 e 43. Imerso em profunda depressão, disse”por que estás abatida ó minha alma e por que te perturbas dentro de mim?”. A resposta lhe veio: “Espera em Deus..., Ele é o meu socorro e o meu Deus”.A esperança que Davi nutria em Deus resultou em cura para sua depressão, devolvendo-lhe o sabor da vida.



Foi Jesus quem garantiu: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”.Ele é a Vida. Há cura para todo aquele que marca encontro com a vida, mas, como diz Alain, “é preciso querer ser feliz e nisso se emprenhar”, (em “Ditos sobre a felicidade”).



Todos os que foram tomados pela depressão e assistidos com a terapia espiritual, concordam em afirmar que após a experiência do encontro com Deus, a vida não é mais a mesma. Os valores pessoais mudaram. A vida nunca mais será vista como antes.

CULTOS: Domingo às 10h45 e 18h, Segunda às 19h30 e Quarta e às 19h. Consulte a Programação Completa
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