16 de janeiro de 2026
JÁ SE FOI UM ANO
“Mas eu não dou valor à minha própria vida.
O importante é que eu complete a minha missão e termine
o trabalho que o Senhor Jesus me deu para fazer.
E a missão é esta: anunciar a boa notícia da graça de Deus.”
(Atos 20.24 – BLH)
Faz exatamente um ano. E, olhando em retrospectiva, a sensação é clara: passou rápido, mas foi intenso, profundo e transformador.
Cada primeira vez marcou o início dessa jornada compartilhada: o primeiro culto, a primeira visita, o primeiro atendimento pastoral, a primeira reunião, o primeiro batismo. Cada passo confirmou que este chamado fazia sentido — e que caminhar com a Liber valia, e vale, totalmente a pena. Para isso fui chamado!
Hoje, o sentimento que domina é gratidão.
Gratidão pela alegria de Deus em nosso meio. Gratidão pelo amor da igreja, pela resposta do rebanho, pela confiança construída, pela realização ministerial e pelas oportunidades que o Senhor nos concedeu. Foram tantas bênçãos ao longo desse primeiro ciclo que listá-las seria insuficiente para expressar tudo o que o coração reconhece. Não foram meses fáceis, mas o desafio faz parte da jornada. O deserto antecede a conquista da “Terra Prometida”. Ainda não chegamos, mas sabemos para onde estamos indo.
É tempo de agradecer também pelo que Deus está fazendo agora entre nós: a alegria renovada de sermos igreja – uma igreja VIVA, o sustento fiel da obra – NADA nos faltou, os desafios que estamos encarando com maturidade – e que desafios, os vocacionados que surgem, as crianças que crescem, os filhos que se casam, as famílias que permanecem firmes na presença de Deus. Há vida, há movimento, há direção!
Completar este primeiro ano não é apenas fechar um ciclo — é renovar o coração. Renovar compromisso, amor, devoção, santidade e os valores que orientam meu ministério. Reafirmar o empenho de entregar sempre o melhor, com integridade, temor e responsabilidade diante de Deus e da igreja.
A oração de A.W. Tozer expressa com precisão o que carrego hoje no coração:
“Querido Senhor, (…) sou humildemente agradecido pelos meus pequenos talentos. Peço apenas que eu possa usar, para a Tua glória, estes modestos dons que possuo. Não me compararei com ninguém, nem buscarei mérito próprio em Teu santo trabalho. Reconheço: sou apenas um servo inútil. Coloco-me alegremente aos pés da cruz, como o menor do Teu povo. Comprometo-me a orar pelos outros e a me alegrar na prosperidade deles como se fosse a minha – porque, se é Tua, também é nossa. Um planta, outro rega, mas és Tu, somente Tu, quem dá o crescimento.”
Seja por quantos anos o Senhor desejar, quero viver para cumprir aquilo que Ele tem para mim. Viver para glorificá-Lo em tudo.
Obrigado, Família Liber, por caminharem comigo, por confiarem, por me permitirem servir e crescer como pastor ao lado de vocês.
Com alegria e coração agradecido,
Seu pastor